Vivemos na era da modernização e mundialização. Com a Revolução Industrial e todas as alterações tecnológicas temos um acesso rápido, fácil e imediato a qualquer tipo de informação nas diversas áreas de conhecimento. A globalização é um processo de aceleração incrível que veio alterar os principais paradigmas da sociedade. Os avanços tecnológicos do séc. XIX são frequentes, constantes e permanentes mas isso não implica que não existam, ainda, algumas falhas ou possibilidades de expansão. O presente artigo pretende refletir sobre a falta de interligação que ainda existe entre algumas vertentes e entidades presentes no quotidiano.

Tal como a televisão, rádio, revistas ou telefone, a internet permite a transmissão de som, texto e imagem, pelo que é passível assumir que esta nova tecnologia é efetivamente um media que conecta indivíduos: redes sociais; plataformas de partilha e repositório de informação; private ou public Cloud; ferramentas de colaboração; segurança na informação pessoal ou profissional – são alguns métodos de utilizar a internet e de conectar pessoas. Ainda assim, um furto ocorrido em dois dos pneus do meu veículo corporativo fez-me colocar os pés na terra e constatar que a falta de produtividade está mesmo associada à falta de processos e de aplicação da tecnologia no dia-a-dia.

Existindo a necessidade de participar o furto dos dois pneus, coloca-se a questão da burocracia, que implica inúmeras regras, procedimentos e regulamentos, que exige tempo e contacto com terceiros. Neste caso, foram 6 no total as Entidades intervenientes no processo.

Seria um dia como todos os outros se os pneus não tivessem sido furtados e, por conseguinte, acontecimento impeditivo de ir até ao local de trabalho.

Foi necessário estabelecer contacto com a Polícia de Segurança Pública (PSP) da área da ocorrência, com a empresa de leasing para participar a ocorrência e com a chefia direta devido ao atraso que seria inevitável. Além destes, soma-se a Seguradora e o responsável do reboque. Entre as diferentes partes houve a necessidade de inúmeras chamadas com perguntas recorrentes e repetitivas.

A pensar no Cliente final e, na otimização de processos, não deveria estar toda a informação necessária numa ferramenta partilhada entre as Entidades?

Além de erros humanos, ao longo do processo, foram-se sentindo várias falhas tecnológicas, que aumentam a probabilidade e possibilidade de que os avanços tecnológicos ainda estão longe de ter terminado. Num mundo em constante progresso, em que o avanço tecnológico e a globalização alteraram totalmente o nosso estilo de vida, a tecnologia devia ser a marca do nosso tempo e ela é, efetivamente, mas a verdade é que ainda existem muitos ramos e vertentes onde a tecnologia podia auxiliar no quotidiano e isso ainda não acontece.

Tendo em conta a minha experiência profissional na área, concordo que sim, há espaço para crescermos e ajudarmos os outros a crescer na partilha e registo de informação e, otimização de procssos.

Apesar de ter estado quase toda a manhã na PSP e, ter observado bastante, só não consegui descobrir se estão bem licenciados e se as máquinas têm o COA (Microsoft Certificate of Authenticity).

Vou acreditar que sim 🙂

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