Redução de custos, alterações nas regras de licenciamento, lançamento de novos produtos e soluções, e alterações nas infraestruturas de TI juntamente com “incentivos” dos fabricantes, são as principais razões que têm levado as organizações a conhecer e adotar o SAM

Mas o que é isso do SAM?

Gosto de dizer que o SAM (Software Asset Management), em português conhecido como Gestão de Ativos de Software, é uma framework de gestão estratégica dos ativos de software no decorrer do seu inteiro ciclo de vida.

Destaco três elementos essenciais que integram esta framework:

  •  Pessoas: colaboradores e entidades externas à organização que no decorrer das suas atividades interagem com componentes de software da organização;
  •  Processos: procedimentos existentes na organização que regulam as regras que definem a aquisição, implementação, utilização, manutenção e desativação dos ativos de software;
  •  Ferramentas: instrumentos essenciais para um levantamento eficaz e abrangente dos ativos de tanto de Software bem como de Hardware.

Poderá perguntar: “Mas então para que serve o SAM?”

Na procura de redução de custos, otimização de infraestruturas e alterações de regras de licenciamento, as organizações têm sentido a necessidade de, cada vez mais, conhecer bem a sua realidade: o que “detêm” em termos de licenciamento (o licenciamento confere às organizações o direito de uso, não o título de propriedade), e o que realmente necessitam para disponibilizar as ferramentas necessárias aos seus colaboradores e entidades externas como clientes e fornecedores de forma a serem mais rentáveis. Neste sentido é fundamental implementar processos e soluções que permitam conhecer bem que ativos se encontram implementados, quem e de que forma são usados ou acedidos na organização.

A exposição ao risco também é uma preocupação crescente nas organizações. Decorrentes do uso de aplicações indevidas ou não autorizadas pelas empresas, os colaboradores, sem o saberem, podem criar situações de risco e quebras de segurança, permitindo que entidades externas, de forma maliciosa, se apoderem de dados críticos e até confidenciais da organização. Estamos a falar, por exemplo, de informações sobre colaboradores, clientes e fornecedores. Nos últimos tempos têm sido vários os relatos de ataques a organizações e exposição de dados confidenciais que criam cada vez mais preocupações às equipas de segurança de TI.

Também os fabricantes de software têm tido um papel determinante nas organizações, no sentido de regularem de forma mais eficaz os títulos de software que usam, quer incentivando as organizações a adotarem soluções de SAM, quer recorrendo a auditorias, que têm frequentemente resultados pouco simpáticos e que normalmente criam instabilidade nas relações entre fornecedor e consumidor.

Com vista à otimização da utilização dos ativos de software, as organizações procuram formas de desenhar e implementar boas práticas que facilitem a gestão e manutenção dos ativos distribuídos pelos seus parques de TI, aliviando a carga operacional das suas equipas de gestão e suporte dos parques e infraestruturas de TI.

Da mesma forma que as empresas e os gestores definem regras de operacionalização das suas atividades, também devem ter em conta a definição de processos e regras que as ajudem a otimizar a gestão dos ativos de software. Essa definição poderá facilmente levar a poupanças nos custos do licenciamento de software.

São cada vez mais os gestores preocupados em ter um bom conhecimento do seu parque, em vez de confiar apenas nos dados que vão sendo atualizados ao longo dos anos numa folha de cálculo. Temos ajudado muitas organizações a reduzir custos, identificar oportunidades de melhoria de infraestruturas e soluções e mitigar potenciais riscos, decorrentes da implementação de estratégias de SAM.

Agora que já conhece um pouco melhor a definição de SAM, que tal conhecer as nossas propostas? CONTACTE-NOS!

arrow_upward
Gestão de Cookies
Abaixo apresentamos os grupos de cookies recolhidas, que deverá selecionar de acordo com as suas preferências. A qualquer momento poderá alterar ou retirar as suas permissões de cookies.

Usados para armazenar cada configuração de sessão, nomeadamente, as suas preferências de idioma.

Usados para medir o desempenho da velocidade do site e para recolher informações relacionadas com quais páginas do site têm mais ou menos visualizações de forma a ajudar a melhorar o conteúdo para todos os utilizadores do site em geral.

Usados para recolher informações sobre qual campanha dirigiu o utilizador ao site e qual conteúdo é de maior interesse para cada utilizador. 

Saiba mais sobre a Bizdirect e a forma como tratamos os seus dados, consultando a nossa Política de Privacidade.