Mobile, social, internet das coisas: todas estas tecnologias estão a moldar as empresas, tornando-as mais produtivas, flexíveis e ágeis. Vamos falar de resiliência na cloud.

Mas à medida que a nossa confiança aumenta, com a nossa abertura e disponibilidade 24 horas por dia, sete dias por semana, a possibilidade de um desastre também aumenta. Esta crescente dependência das empresas nas Tecnologias de Informação torna o tempo de inatividade e a perda de dados menos aceitável.

De acordo com o documento “IDC Predictions 2014: Battle for Dominance and Survival on the Third Platform” as equipas internas encontram-se sobrecarregadas com o volumes de dados e a sua tolerância diminui. Só em 2014, tiveram que lidar com 6.000.000.000 terabytes de dados para gerir, o que aumenta o risco de algum tipo de interferência no negócio.

Normalmente, a razão número um para que os erros ocorram é a influência humana e uma recuperação tradicional de um backup pode levar entre 24 a 72 horas, tempo que nenhuma empresa pode perder. Além disso, de acordo com “The Risks of ‘Do It Yourself’ Disaster Recovery”, um estudo conduzido pela Forrester Consulting e encomendado pela IBM, 59% das empresas com uma solução interna foram apenas um pouco bem sucedidas na concretização dos seus objetivos de recuperação durante os testes realizados.

É por estas e outras razões que cada vez mais organizações decidiram movimentar-se para a Cloud. Seja um pequeno soluço ou um grande desastre, a sua resiliência pode recuperar os negócios à normalidade num curto espaço de tempo, sem a necessidade de reatribuir funções à equipa interna de IT ou interromper as atividades geradoras de receita da empresa.

De acordo com um relatório da Gartner chamado “Magic Quadrant Report on Enterprise Backup/Recovery Software”, 40% das grandes empresas tinha eliminado os backups externos para a recuperação operacional até ao final de 2016. Em 2012, existiam apenas 20%, o que significa um aumento de 100% durante meros 4 anos. Além disso, a Saugatuck Technology afirma no artigo “Winning in a Boundary-free World, The Changing Shape of Today’s Cloud ISV” que 75% ou mais dos novos gastos das empresas com Tecnologias de Informação em 2017 serão baseados na Cloud e que o primeiro objetivo do seu investimento em computação na Cloud é assegurar a continuidade do negócio.

A resiliência da Cloud atingiu a maioridade e permite:
-Uma recuperação rápida
-Economia de custos e escala
-Conformidades regulamentares
-Aumento da autonomia
-Redução da perda de dados
-Melhoria da confiabilidade

De acordo com “Under cloud cover”, um relatório realizado pelo IBM Center for Applied Insights, organizações com alta adoção da Cloud têm vindo a relatar quase 2x maior crescimento de receita e 2,5x maior crescimento do lucro bruto em comparação com as suas concorrentes que se revelam mais cautelosas sobre a computação na Cloud.

Se pensa em melhorar a continuidade do negócio sem despesas de capital, pode ter atingido um ponto de inflexão. Não espere por um desastre para melhorar a resiliência do negócio. Uma estratégia de resiliência na Cloud pode acumular benefícios empresariais e aumentar a sua vantagem competitiva.

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