Os números divulgados há poucos meses atrás pela Gartner não deixam dúvidas: o crescimento da cloud é uma tendência incontestável. A redução de custos, a rápida evolução tecnológica, um investimento inicial reduzido ou a utilização de recursos mediante as necessidades são alguns dos fatores que se têm revelado determinantes para a sua implementação. Convém, no entanto, não esquecer que a sua adoção tem inerentes alguns desafios, e a escolha do modelo de implementação mais apropriado é um deles.

São alguns os fatores a equacionar na escolha do modelo mais conveniente para a sua organização. Questões como o nível de segurança pretendido, nível de serviço, controlo de informação ou escalabilidade remetem-nos para as diferenças existentes entre cloud pública, privada ou híbrida. Mas afinal quais são as características associadas a cada tipologia e qual o impacto?

Começando por explorar o conceito de cloud pública. Neste caso os serviços são facultados por meio de uma rede aberta para uso público. Destacam-se aqui fornecedores como a Google, Amazon ou Microsoft como players de relevância. Na cloud pública os recursos são partilhados, bem como os custos de infraestrutura, garantindo-se as necessárias configurações de segurança, onde as variações de disponibilidade e escalabilidade são geridas pelo prestador de serviço.

Na cloud privada, por sua vez, o controlo total de dados está do lado da organização, havendo um nível elevado de segurança para a informação uma vez ninguém tem acesso a dados corporativos sem passar pelo firewall da empresa.  A cloud privada interna é hospedada dentro da organização através de um datacenter próprio. Na modalidade de cloud privada externa o ambiente de nuvem exclusivo é garantido pelo prestador de serviço que tem uma equipa a gerir o ambiente de cloud privada, havendo também um planeamento de desenvolvimento e controlo de risco rigoroso para garantir o grau de segurança referido e um nível de serviço com qualidade.

Sabendo que a nuvem pública implica um menor investimento inicial, reduzido custo total de propriedade e níveis de serviço elevados poder-se-ia concluir que a transição total para este modelo era o mais acertado, mas de facto não é isso que acontece.

Na realidade, a grande vantagem da cloud pública reside em permitir migrar somente o necessário. Esta flexibilidade remete-nos então para a cloud híbrida que reúne características da nuvem pública e da nuvem privada. Ela permite que uma nuvem privada possa ampliar os seus recursos a partir de uma reserva de recursos numa nuvem pública.  Desta forma é possível, por exemplo armazenar dados locais sigilosos na nuvem privada ou ter a possibilidade de fazer uma transferência gradual de informação entre ambas as nuvens, assegurando em simultâneo a escalabilidade.  A nuvem híbrida é considerada, por conseguinte, uma boa opção para várias organizações.

Há, no entanto, um aspeto a ter em conta na utilização da cloud híbrida que está relacionado com a segurança. A nuvem privada executa programas com diversas informações confidenciais que não devem passar por terceiros e pode ocorrer alguma falta de segurança durante a transmissão de dados para a nuvem pública, ou seja, nesta modalidade exige-se muita cautela e proteção constante.

É, por isso, fundamental garantir a escolha do fornecedor certo para que a implementação do modelo escolhido seja realizada da melhor forma possível trazendo o maior retorno possível para o negócio.

Não sabe qual o modelo mais adequado para implementar na sua organização? CONTACTE-NOS!

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